Visigótico
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Ourivesaria Visigótica

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A ourivesaria visigótica desenvolveu-se essencialmente em Toledo.

A produção do artesanato visigótico consiste sobretudo de jóias (broches, anéis, brincos, fíbulas ou alfinetes, colares), placas e fivelas de cinto.

No século II surge um interesse artístico particular em peças em ouro e com incrustações de pedras preciosas por parte dos Godos, possível legado dos Cítias e Sármatas, e de influência romana.

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Fivela de cinto visigótica.

Este período fornece também relicários, cruzes e coroas, com técnicas de trabalho do metal muito refinadas. A damasquinação consiste em incrustar, por martelamento, um fio de ouro, prata ou cobre, numa superfície de cobre ou prata.

A joalharia cloisonnée consiste em desenhar uma série de alvéolos separados por pequenas peças metálicas a uma placa de metal. Talvez os melhores exemplos sejam os achados na Roménia (em Pietrarossa).

Os Godos levaram este estilo à Itália, Gália e Hispânia e, um exemplo disso, é esta coroa votiva de Recesvinto, rei de Toledo, de cerca de 670, encontrada em Fuente de Guarrazar, perto de Toledo, que não se destinava a ser usada, mas sim exposta numa igreja.

Na cidade de Toledo foram encontrados objectos de arte visigótica no século IX, que ficaram conhecido como o Tesouro de Guarrazar.

Ligações externas

Um interessante comparação: Barbarians and Romans http://www.metmuseum.org/toah/hd/barb/hd_barb.htm

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